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Natalidade, Mortalidade Infantil, Fetal e Perinatal: 2008-2012

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A Direção-Geral da Saúde apresenta neste documento indicadores de natalidade, mortalidade Infantil, fetal e perinatais relativos ao período 2008-2012, elaborados a partir de dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Observou-se um decremento da taxa de natalidade para 8,5/1000 habitantes, correspondendo a mesma a uma diminuição de cerca de 6958 nados vivos em 2012, face aos valores do ano anterior. Por regiões, a Região Centro foi a que apresentou mais baixa taxa de natalidade (7,3/1000 habitantes) e a Região Autónoma dos Açores foi a que registou mais alta taxa (10,1/1000 habitantes), seguida da Região de Lisboa com 9,8/1000 habitantes.
A mortalidade infantil apresentou um aumento de 3,1 para 3,4/1000 nados vivos, o que representa um acréscimo de 0,3/1000 nados vivos em relação ao ano 2011, resultante da observação de mais 3 óbitos infantis. 
Na componente neonatal, a respectiva taxa mostrou um decréscimo de 0,2/1000 nados vivos correspondendo à diminuição de 32 óbitos neonatais em relação a 2011, traduzindo a taxa de 2,2/1000 nados vivos.
A taxa de mortalidade perinatal fixou-se em 4,2/1000 nados vivos, um aumento de 0,4 relativamente ao ano anterior, devido à observação de mais 9 óbitos nas suas componentes (fetal tardia e neonatal precoce com menos 14 e mais 23 óbitos, respetivamente). Embora esta taxa seja superior à do ano de 2011 é a quarta taxa mais baixa observada desde o ano 2000.